Jalecos Responsáveis na entrada principal da Saúde Sustentável

Saúde sustentável está relacionada à saúde preventiva.

Quais são os objetivos de desenvolvimento sustentável relacionado à saúde?

Entre suas várias metas merecem destaque a redução da taxa de mortalidade materna e acabar com as mortes evitáveis de recém-nascidos e crianças menores de 5 anos.

Acabar com as epidemias e doenças transmissíveis e não transmissíveis com prevenção e tratamento.

SEJA A MUDANÇA: atue de forma independente e cooperativa. Comece com o uso de roupas profissionais com tecidos biodegradáveis, de origem natural. Como tecidos feitos de celulose de árvores certificadas. Ecovero e Tencel da Lenzing são ótimas opções. A biodegradação completa na natureza demora apenas 30 dias, confome estudo com experimentos da Universidade da California nos Estados Unidos. (vide explicação, do artigo referência, abaixo nesta matéria).

Você sabia que a moda é a segunda indústria mais poluente do planeta? Tecidos como gabardine e oxford, muito utilizados na produção de Jalecos, são tecidos totalmente sintéticos, feitos de poliéster, que demoram cerca de 200 anos para se biodegradar na natureza. E ao lavar emitem microplásticos, que poluem lençóis freáticos, prejudicando rios e mares, sua fauna e flora. Ou seja, mesmo que sejam reciclados, da moda circulas, ainda assim prejudicam o meio ambiente se forem lavados, seja à mão ou na máquina de lavar, e quando forem descartados ainda assim vão demorar 2 séculos para se decompor na natureza.

Enfim, o poliéster (derivado do petróleo) pode demorar 200 anos para se decompor. Já uma roupa de algodão, uma fibra natural, entre cinco meses e 20 anos. Enquanto os resultados dos experimentos (conforme abaixo) comprovam que as fibras de celulose de árvores se degradam completamente em até 30 dias.

Estudo comprova a biodegradabilidade das fibras de celulose solúvel da Lenzing

O grupo Lenzing, líder mundial de fibras especiais de madeira, recebeu uma comprovação científica sobre biodegradabilidade de suas fibras. Em um estudo publicado em outubro de 2021, cientistas do renomado instituto de pesquisa acadêmica Scripps Institution of Oceanography (SIO), da Universidade da California nos Estados Unidos, confirmaram que fibras de celulose são biodegradáveis no oceano em um curto período de tempo no fim de sua vida útil, fazendo delas uma alternativa melhor em relação às fibras de origem fóssil. 

A pesquisa foi o resultado de um projeto independente que visa a entender os cenários de “fim de vida” de tecidos e não-tecidos descartados no meio ambiente. O instituto comparou os processos de degradação de não-tecidos de origem fóssil, como poliéster, com materiais feitos com celulose, como as fibras lyocell, modal e viscose da Lenzing, em cenários específicos sob diferentes condições reais de oceano e ambientes controlados.

Os resultados dos experimentos comprovam que as fibras de celulose se degradam completamente em até 30 dias. O nosso objetivo é difundir a conscientização sobre grandes desafios como a poluição que o plástico causa, e convencer a indústria a fazer a transição para fibras de madeira, como TENCEL™ e ECOVERO™ da LENZING™ , que são biodegradáveis”.

Saúde e Sustentabilidade

A convergência entre saúde e sustentabilidade se dá em muitos níveis:

  • Científico: conexões epidemiológicas entre saúde humana e o meio ambiente: de infecções até diabetes e câncer, da água à mitigação dos desastres da mudança climática; o exemplo do vegetarianismo.
  • Interdisciplinaridade: por exemplo, a importância do urbanismo e design inteligente sustentável para a saúde na cidade.
  • Cultural: a natureza como um recurso precioso para a saúde; como uma força poderosa que une pessoas e coletividades ao planeta; uma nova ideologia, abraçada pelas gerações mais jovens, que une ecologia e justiça.
  • Nova cidadania: decisões fundamentais que cada um de nós precisa tomar pela sua saúde e pela sustentabilidade, de nosso papel como cidadãos, pais, trabalhadores e consumidores.
  • Global: estamos aprendendo a relacionar nossa saúde não apenas ao meio-ambiente local, mas à ecologia global e às questões de governança e equidade ligadas a ela.
  • Participação: a convergência exige a participação, oferecendo oportunidades para que seja individual e coletiva.

Sistema de saúde sustentável: o que é e como alcançar

O que significa ser sustentável?

O médico norte-americano Harvey Fineberg é uma das pessoas que se dedicam a investigar os caminhos da sustentabilidade nos sistemas de saúde.

Em artigo publicado no jornal The New England Journal of Medicine, ele estabeleceu alguns critérios que definem um sistema sustentável. Os principais critérios a serem atendidos são três:

Esses três pontos, mais gerais e conceituais, desdobram-se em aspectos práticos.

(1) a existência de pessoas efetivamente saudáveis;

Um sistema sustentável deve ser financeiramente acessível para pacientes, empresas e governos.

(2) um cuidado superior, seguro, centrado no paciente e eficiente;

O sistema precisa gozar de boa aceitabilidade – novamente, tanto por parte dos usuários quanto das pessoas que trabalham no sistema de saúde.

(3) a justiça, compreendida como o tratamento equânime de todos os agentes envolvidos no sistema, entre pacientes e profissionais.

Também precisa ser adaptável, capaz de mudar de acordo com a conjuntura de saúde pública, como uma pandemia, e demandas sociais. Mudanças demográficas, novas doenças e descobertas científicas precisam estar no radar dos sistemas de saúde.

Dr. Harvey Fineberg sobre a saúde humana, a natureza e o futuro

Dr. Fineberg é presidente da Fundação Gordon e Betty Moore. Anteriormente, foi presidente do Instituto de Medicina e reitor da Universidade de Harvard, após 13 anos como reitor da Escola de Saúde Pública de Harvard.

Dr. Fineberg dedicou a maior parte de sua carreira acadêmica às áreas de política de saúde e tomada de decisões médicas. O Dr. Fineberg oferece cinco maneiras de analisar alguns dos problemas que a sociedade enfrenta hoje.

Os caminhos da sustentabilidade nos sistemas de saúde

GERENCIAR RISCOS: Existem muitas conexões entre a saúde humana e a natureza. Estas ligações afetam tudo, desde o risco de infecções emergentes até ao risco de incêndios florestais. Eles impactam o abastecimento alimentar mundial, a sobrevivência de espécies e ecossistemas ameaçados e muito mais. A pandemia de COVID-19 destaca o risco de infecções zoonóticas emergentes.

ESCOLHA SENSATA: À medida que os ecossistemas são degradados ou os seres humanos se deslocam para regiões fronteiriças, aumentam as oportunidades de interação homem-animal, juntamente com o risco de doenças emergentes. A solução no longo prazo reside na gestão dos ecossistemas e na conservação das espécies, bem como nas escolhas humanas sobre como e onde vivemos e interagimos com o mundo que nos rodeia.

SEJA A MUDANÇA: pode ser flexível. É um campo diversificado, que vai desde indivíduos e famílias até grandes organizações profissionalizadas. Através desta diversidade, quando há um apelo a um propósito comum, é possível uma mudança duradoura. Isto é o que a Fundação Moore procura alcançar através do nosso trabalho.

OLHAR PARA FRENTE: em geral, haverá necessidade de diagnósticos precisos e oportunos, de controlo da saúde pública, de tratamentos clínicos e de medidas preventivas seguras e eficazes. Não faltam planos de preparação.

O que tem faltado é investimento adequado em soluções e medidas preventivas de saúde pública.

FOCO NO FUTURO: focar nas possibilidades nos dá esperança de continuar trabalhando em direção a um futuro melhor, todos os dias.

Para citar o Dr. Bernard Lown, cofundador da International Physicians for the Prevention of Nuclear War: “Sou pessimista em relação ao passado, porque não há nada a ser feito para mudá-lo. Mas sou otimista em relação ao futuro, porque está em nossas mãos moldá-lo”

FONTE: WWF

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